sexta-feira, 25 de abril de 2014

Tão sólido que desmanchou no ar

Eu não quero brigar. Foi muito bom pra acabar - o que nem começamos - em discussão. Por isso eu acho melhor escrever do que falar. E eu não quero perder tempo dizendo que estou chateada, que eu fiz mil planos que nunca vão acontecer. Prefiro sugerir um tempo para que a gente pense em tudo até resolvermos voltar a conversar. Não, é claro que eu não vou excluir você da minha vida, não tem a menor chance disso acontecer. O que eu quero dizer é que você, em semanas de mensagens, telefonemas, besteiras, risadas e planos (aqueles que não vão acontecer), se tornou o meu sorriso de toda manhã. E eu odeio as manhãs. Se tornou a razão da minha ansiedade e do meu frio na barriga (aquele que você disse que eu era muito velha pra sentir). Me deu vontade de ser melhor do que eu sou, me apoiou em ideias malucas que agora são ideias se tornando realidade (aquele curso começa em agosto). Você vai sempre ser especial. Eu torço por você e tenho certeza que você quer tanto o meu bem quanto eu quero o seu. A gente se vê. Talvez em São Paulo, talvez no Rio, em Lisboa, em Dublin ou em Veneza. Ou em um sonho.

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